9h11 – fim da noite —
civilização de relação humana
interativa benevolente
decivilização
de dominação
Sobrevivência
Sobrevivência da espécie humana a médio prazo, catástrofes climáticas
momentaneamente, sobrevivência de 1 desumano
Atender às necessidades dos 8 bilhões
salário, renda apenas para o desumano
Mesmas necessidades para todos
Não tiramos dos outros 8 bilhões
Damos direito aos outros pelo menos ao que precisamos para nós, como comer, morar, saúde, relações humanas (Sandra, companheira de Jacques),
para o resto, veremos depois
Segurança: sempre temos do que viver, então não há necessidade de acumular para si,
direito de propriedade a rever, pois é inútil
Não necessariamente precisamos de dinheiro
no limite, é o outro que nos dá o nosso salário
se for demais, devolvemos aos outros
CONTRA aposentadoria = Direito de morrer, de não importunar, de estar sozinho, de perecer
Lista centralizada de necessidades/problemas a resolver
Cada um participa das soluções
Tudo evolui constantemente. É sendo humano que nos tornamos humanos. Sempre mais humanos.
Cada um fala sobre tudo. Cada um intervém se sentir necessidade. Quando quiser. Por qualquer canal.
Cada um tem sua voz e só sua voz. Igual para cada um dos 8 bilhões. Sem exceção.
Cada um tem tudo que é necessário para viver decentemente.
Produção: se precisar de um acará para viver, precisa-se produzir 8 bilhões de acarás, nem mais nem menos.
Cada um existe. Sem anonimato.
Todos participam (idosos, crianças, bebês).
Produtora de filme A G: o que ela quer se o assunto interessar
Os silenciosos, os membros ativos da ex-maioria silenciosa, as mulheres, as crianças, os humanos são os primeiros a ter a palavra. Se não falam (alguns milênios de amordaçamento), questioná-los.
Esse é um dos trabalhos indispensáveis de uma administração, se mantivermos uma.
Toda desigualdade deve ser dita pelas vítimas ou por aqueles que acham que outros são vítimas.
Corrigimos o desumano. Cuidamos das vítimas para que se recuperem na humanidade.
Não há trabalho pequeno, apenas o trabalho necessário + o interesse positivo benevolente por outras coisas (interesse na vida de cada um, de Sandra).
Fazemos o que nos interessa e que achamos útil para cada um/todos, como a sardinha no cardume. As ideias surgem.
Mudamos de trabalho quando queremos, de acordo com nossos interesses e as necessidades comuns (colheita).
Podemos fazer vários trabalhos ao mesmo tempo.
Não estamos limitados no que damos de nós.
Sem procedimentos, sem complicações desnecessárias. Tudo é simples. Estamos entre nós, humanos.
O outro é um humano/amigo. Nunca um inimigo, portanto, nenhuma agressão, nenhuma necessidade de se defender que limita tanto as relações interativas benevolentes.
É por isso que desde pequeno me recuso a me defender de um perigo inexistente da maioria.
Só há alguns, dominantes, dos quais precisamos nos defender.
Os destruidores de relação porque querem ganhar às nossas custas e nos fazer perder, por isso são CONTRA toda igualdade.
Como nascemos em decivilização de dominação onde a maioria dos 8 bilhões são dominados, somos constantemente avisados que devemos desconfiar dos outros para
não se relacionar com os outros
desconfiar dos outros quando eles são nossos melhores amigos
atacá-los preventivamente com medo de serem atacados por eles e mortos antes de podermos reagir
e, portanto, nos fazer respeitar pelos outros,
não perder a face diante dos outros,
matar os outros quando se aproximam para nos cumprimentar com um sorriso
confiar apenas neles dominantes/governantes/hierárquicos
que estão lá
“para nos proteger”,
“para nos representar”,
“para cuidar de TUDO”.
Por que então são, de fato, nossos piores inimigos?
e os únicos que são?
São os únicos que nos impedem de viver
/de ser humano sob o pretexto de nos integrar ao seu jogo do circo romano, tipo “jantar de idiotas”, a economia desigual para nos tornar seus escravos de produção e consumo
criando necessidades inúteis quando muito poucos têm o necessário para viver
e não são considerados como humanos
mas como vacas leiteiras antes de serem levadas ao matadouro quando não nos servem mais.
…
E tudo isso apodrece a vida dos 8 bilhões de humanos.
Pare. Game over!
Não jogamos mais. não damos mais a outra face.
9h15 —
Talmúdico – França Cultura – programas religiosos
“Não busque o caminho da felicidade, a felicidade é o caminho.”
“A felicidade é fazer, não chegar lá.”
—
O desumano tem menos salário.
Sem prisão.
Apenas o humano é remunerado, recompensado, pois é desejável.
Não sou eu quem decide minhas vantagens/meu salário, são os outros.
Sem direito ao desumano.
Uma desumanidade deve ser reparada por uma humanidade equivalente, de modo a eliminar o trauma.
É quando eu tenho Direito a NADA que eu tenho TUDO (o humano).
É quando eu tenho Direito a TUDO (o desumano) que eu tenho Direito a NADA, pois
é quando eu tenho TUDO que mato a humanidade.
Abstenção daqueles que querem um mundo mais humano?
Quais necessidades não satisfeitas?
Para TODOS, mesmo Direito de existir humano.
Eu só tenho Direito aos Direitos que dou a TODOS.
Eu não tenho Direito aos Direitos que os outros não se dão.
Tudo contra Az, eu tenho TUDO.
É o outro (8 bilhões) que diz o que eu preciso.
Sou eu quem diz o que o outro (8 bilhões) precisa.
Equilibrado. Pois hoje não é: aquele que se serve e toma, dá o que quer aos outros.
Proporcional. Pois hoje não é. É o desumano que me mata enquanto dou-lhe a vida/minha vida.
É injusto.
Étienne Klein France Culture, Gaël Giraud
Pierre Yves me aconselha a ver Gaël Giraud, padrinho de?, jesuíta, economista, matemático, ecologista, abordagem inaciana (próxima da minha diz Pierre-Yves).
O desumano elimina o humano para viver desumano, SOZINHO.
Esse é seu programa há alguns milhares de anos.
Eliminamos o desumano para finalmente viver humano, em conexão.
É o programa “8 bilhões de humano.s” para 2022.
20h51 —
É o meu olhar que torna o outro bonito/bonita (olhar humano) ou feio/escravo (olhar desumano).